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Mostrando postagens de Agosto, 2017

Em busca do Dropz de Rita Lee

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Avisaram meio em cima, mas como dizia meu saudoso amigo Henrique Bartsch - autor de "Rita Lee mora ao lado" -, para maluquete não tem muito essa de tempo ruim... ao saber que a sessão de autógrafos de Dropz, o novo livro de vocês sabem quem, seria no dia 15/8, precisei driblar a crise que se abateu no panorâmico estado do Rio de Janeiro e dar um jeito de encarar uma viagem para São Paulo. Menos mal estar em greve, embora contando as moedinhas...
Fiquei próximo do local em que teríamos que chegar de madrugada, a fim de garantir as senhas... estava todo o mundo meio assustado com a experiência anterior, quando até os ETs resolveram sair de seus planetas para verem a Rita autografar a Autobiografia, de modo que os mais tarados não ousaram chegar depois das 7 da manhã, na gelada e chuvosa São Paulo.

Obviamente que eu estava entre eles, e depois de tentar sem sucesso um transporte, resolvi encarar a rua escura, pois segundo o google maps eu levaria uns 15 minutos de caminhada. Sem n…

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO NOVO LIVRO DE RITA LEE

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Anunciado, hoje, que o novo livro da Rita, Dropz, terá sessão de autógrafos no próximo dia 15/8, às 17:00 h, na Livraria Saraiva do Shopping Paulista.

O STJ julga Rita Lee, quinta-feira, no caso do show de Aracaju. Eu estive lá e sei que ela não teve culpa!

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"A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga, na quinta-feira, um recurso da cantora Rita Lee contra decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe que a condenou a pagar indenização de R$ 5 mil a um policial militar ofendido durante um show em Aracaju, em 28 de janeiro de 2012. São sete demandas semelhantes, movidas por 40 PMs - todas procedentes - obrigando a artista a pagar R$ 5 mil a cada um. Destas ações, só três chegaram ao STJ, onde já há uma decisão definitiva, mantendo a condenação.  O acórdão do caso já definido no STJ resume o rolo. "A artista xingou os policiais. Ela também questionou aos PMs se estavam procurando baseado e se queriam um para fumar no palco, além de ter dito ao público que todos poderiam fumar à vontade, pois os policiais não iriam prender ninguém." O acórdão complementa: "a apelante extrapolou seu direito de livre manifestação de pensamento, ofendendo gratuitamente os policiais militares que ali estavam legitimamente, exercendo u…